A ex-presidente Dilma Rousseff conquistou o título de "Mulher Economista de 2023", uma distinção concedida pelo sistema Confecon/Conrecons, que engloba o Conselho Federal de Economia e os conselhos regionais da categoria.
A decisão foi oficializada durante uma reunião plenária entre as entidades, realizada de forma híbrida no último sábado (9). A cerimônia de entrega do prêmio à ex-presidente está programada para ocorrer em 2024, durante a posse da nova diretoria do Cofecon, embora a data exata do evento ainda não tenha sido confirmada.
Segundo o Conselho Federal de Economia, a escolha destaca a relevância de reconhecer e valorizar mulheres que desempenham papéis significativos na promoção do desenvolvimento com responsabilidade social.
"Reflete o reconhecimento do seu legado e expertise no campo econômico, bem como seu papel fundamental na formulação e implementação de políticas que moldaram a trajetória econômica do Brasil", enfatiza o comunicado oficial.
Dentre as vencedoras anteriores desse prestigioso prêmio, encontram-se renomadas economistas como Tania Bacelar, Esther Dweck e Denise Lobato Gentil.
Ao longo dos anos em que Dilma Rousseff liderou o Palácio do Planalto, de 2011 a 2016, o Produto Interno Bruto (PIB) do país experimentou contrações em dois anos consecutivos: 3,6% em 2015 e 3,3% no ano seguinte.
O ciclo de declínio na atividade econômica foi um dos mais extensos da história do Brasil, totalizando 11 trimestres, do segundo trimestre de 2014 ao quarto trimestre de 2016. Nesse período, a queda acumulada foi de mais de 8% do PIB.
Desde março deste ano, Dilma Rousseff ocupa a presidência do Novo Banco de Desenvolvimento, também conhecido como Banco dos Brics, com sede na China, consolidando sua atuação destacada no cenário econômico internacional.




