A brasileira Flávia Saraiva conquistou a medalha de ouro na final das barras assimétricas da etapa de Szombathely, na Hungria, da Copa do Mundo de Ginástica Artística. A vitória foi garantida neste sábado (19), após a ginasta apresentar uma série sem erros e terminar na primeira colocação da disputa.
Flávia dividiu o pódio com a norte-americana Tatum Drusch, que ficou com a medalha de prata, e a eslovaca Barbora Kundrát, que conquistou o bronze.
Apresentação sem erros
Na decisão das barras assimétricas, Flávia Saraiva conseguiu executar sua série sem quedas e sem erros que comprometessem seu desempenho. A regularidade apresentada pela brasileira foi determinante para que ela terminasse no topo da classificação.
A conquista marca um resultado importante para Flávia na temporada de 2026, especialmente em um período de preparação para as principais competições internacionais da ginástica artística.
A etapa de Szombathely reúne atletas de diferentes países e faz parte do circuito da Copa do Mundo da modalidade. As disputas também servem para que as ginastas mantenham ritmo de competição e aprimorem as apresentações dos aparelhos que podem ser utilizados nas próximas competições.
Ouro em preparação para o Mundial
A competição na Hungria é considerada uma etapa importante na preparação dos atletas para o Mundial de Ginástica Artística de 2026. O campeonato mundial será realizado entre os dias 17 e 25 de outubro, em Roterdã, nos Países Baixos.
O torneio mundial é a principal competição da temporada e reunirá atletas de diferentes países em busca de medalhas nos aparelhos individuais e nas disputas por equipes.
O desempenho em Szombathely também permite que a comissão técnica brasileira avalie a preparação das ginastas antes do Mundial.
Retorno às competições
A temporada também tem sido marcada pelo retorno de Rebeca Andrade às competições. A ginasta voltou a disputar torneios em junho, após quase dois anos afastada das competições.
O retorno de Rebeca amplia as opções da equipe brasileira para as principais disputas internacionais. Flávia Saraiva, por sua vez, segue entre os principais nomes do país e utiliza as etapas da Copa do Mundo para ganhar ritmo e buscar evolução nos aparelhos.
Além das barras assimétricas, a etapa de Szombathely conta com finais em outros aparelhos da ginástica artística, reunindo representantes de diversos países.
Brasil na Copa do Mundo
A presença brasileira na etapa húngara não ficou restrita a Flávia Saraiva. O país também teve atletas classificados para outras finais da competição.
Entre as mulheres, Rebeca Andrade e Lorrane Oliveira também participaram das disputas. No masculino, Lucas Bitencourt chegou à final das barras paralelas, enquanto Arthur Nory foi finalista na barra fixa.
Os resultados obtidos na Hungria fazem parte do calendário de preparação dos atletas brasileiros para o Mundial de Roterdã.




